Qual é o seu Dharma?

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Cada um de nós carrega em si um dom, algo que fazemos especialmente bem. Somente seremos felizes quando conseguirmos descobrir um dom e aprendermos a dedicá-lo não só em benefício próprio, mas de toda a humanidade.

Há 14 anos quando comecei a dar aulas de yoga impulsionada por uma força que não sabia de onde vinha passei a sentir coragem, um grande entusiasmo, paz, minha saúde melhorou, me senti mais bela, abundande e melhorei meus relacionamentos. Finalmente me deixei levar pelo “Poder Criativo” que atua sobre todos nós, nos direcionando para nosso dharma. Quando nos deparamos com esta força do universo, temos a opção de brigar contra ou se deixar levar aceitando, confiando e agradecendo tudo que chega até nós.

Quando fazemos algo que nos sentimos infelizes e o tempo não passa, estamos vivendo fora da nossa missão de vida, fora do nosso dharma. Quando fazemos algo que nos eleva, nos traz felicidade e o tempo voa, estamos vivendo dentro do nosso dharma.

Parece simples, né?! Na verdade, para muitos descobir e viver o dharma está ligando a um grande processo de evolução que envolve desapego, perdão, mudança de paradigmas, cura, aceitação, humildade e etc.…

Viver no dharma é ser um servidor do divino na terra.

Ao nascer, assumimos uma forma física como instrumento para cumprir esse propósito. Todos os pais tem a responsabilidade de ensinar seus filhos a buscar o dharma e encaminhá-los para sua realização. Se cada criança descobrisse seu dharma logo cedo quanto sofrimento seria evitado… E como o mundo seria melhor!

Mais importante do que aprender a ganhar dinheiro ou a ser um profissional competente é encontrar o próprio dharma – porque abundância é consequência quando nos alinhamos a ele. Uma abundância verdadeira e duradoura, não passageira como a conseguida fora do dharma.

“Não somos seres humanos tendo neste planeta experiências espirituais. Somos, isso sim, seres espirituais que estamos aqui para experiências humanas. Quando vivenciamos nosso dharma, essas experiências alimentam nosso espírito e nós projetamos essa paz interior para as consciência coletiva. Viver em dharma, portanto, beneficia o planeta como um todo. A vida passa a ser a expressão milagrosa de nossa divindade interior – ou da melhor versão de nós mesmos”. Márcia De Luca

Você se arrisca a viver sua missão de vida? Uma sugestão é começar se aceitando do jeito é, sem mudar nada em você ou nos outros. Hora de aplicar o SIM!

Depois nos conte sua experiência!

Namastê,
Simone Saavedra

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